Nem Freud explica.

Nem Freud explica.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Um poema para meu amor.


Acordei no meio de uma noite linda.
Acordei com a lua iluminando meu quarto, escuro e vazio.
E tudo isso me fez lembrar você.

Teu sorriso contagioso, seus olhos enlouquecedor seu corpo que parece ser esculpido, sua boca macia e ao mesmo tempo ardente.
Há! como e bom pensar em você, sinto tesão só de imaginar.
Sim! os Deuses te fizeram para mim.

Nesta hora minha mão desce de encontro ao meu desejo, o desejo de ter você é enlouquecedor, passo a me acariciar, enquanto penso como é bom estar com você.

Nunca soube o que é amar, até conhecer você.
Você me faz desejar coisas insanas, você é o crime que nunca cometi e sempre cobicei.

Agora estou aqui rendido aos teus encantos, entregue a esta vontade de ter você mais uma vez de escorregar no seu corpo e sentir arder-me  em febre.

Você é a ressaca que nunca acaba, e me deixa em êxtase, você e a pior de todas as drogas e a mais gostosa também.
Me viciou desde a primeira vez que te vi e passamos a noite transando feito dois insanos, gozamos múltiplos e depois te levei para casa e nunca mais te liguei.
Sim você me procurou desesperadamente, e eu me excitei muito com isso.

Quero muito sentir este prazer louco que só você sabe me dar, e foda-se o que os outros pensam sobre nós, estou amando e continuarei amando sempre e em qualquer lugar.



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